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De Lagoa até Cassandoca em Ubatuba

A trilha entre a Praia da Lagoa e a Praia de Cassandoca também é conhecida como Trilha do Saco das Bananas. Ela está localizada na zona sul do município de Ubatuba, no estado de São Paulo, Brasil. Algumas descrições indicam uma extensão de 21 km, mas isso inclui a caminhada desde o limite do municipio com o município de Caraguatatuba até a Praia de Maranduba, ambas localizadas na BR-101, a rodovia Rio-Santos. Este artigo descreve apenas o trecho da trilha propriamente dito, com aproximadamente 8 km, omitindo os trechos acessíveis de carro.

Praia da Cassandoca, Ubatuba, São Paulo, Brasil
LagoaCassandoca 828
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Info prática da caminhada

  • O aeroporto mais próximo é o Aeroporto Internacional de São Paulo, também conhecido como Aeroporto de Guarulhos (GRU). Ele possui tudo o que você possa precisar: bancos, caixas eletrônicos, casas de câmbio (não recomendadas), etc. Há três terminais. A bilheteria de ônibus, incluindo as passagens para Caraguatatuba e Ubatuba, fica localizada fora do Terminal 2.
  • Para chegar à cidade litorânea de Ubatuba, os ônibus da empresa Passaro Marron partem do aeroporto, com alguns ônibus diretos saindo diariamente. A passagem custa em torno de R$ 100,00. Caso não haja um ônibus direto conveniente, você pode pegar outro ônibus da mesma empresa (há muitos diariamente) para Caraguatatuba (abreviado como Caraguá). De lá, no terminal rodoviário de Caraguá, você pode pegar um ônibus intermunicipal para Ubatuba, também operado pela Passaro Marron. Esses ônibus saem aproximadamente a cada meia hora. Essa opção pode ser particularmente conveniente se você for visitar alguma das muitas praias ao sul de Ubatuba, já que o ônibus intermunicipal faz várias paradas antes de chegar ao terminal rodoviário de Ubatuba.
  • O acesso de carro é possível saindo da rodovia Rio-Santos no portico de entrada do município de Ubatuba, na divisa com o município de Caraguatatuba. É possível chegar a esse ponto de ônibus urbano, mas a partir dali a estrada está em más condições e não é pavimentada, sendo melhor ir de carro. Como se trata de uma trilha circular, não retornaremos ao ponto de partida. Um amigo precisará nos buscar de carro em Cassandoca, ou teremos que caminhar uma distância considerável.
  • Na outra extremidade da trilha fica a Praia de Cassandoca, um antigo quilombo (local onde escravos fugitivos se refugiavam). Para chegar ou sair de Cassandoca, caso deseje viajar na direção oposta, é preciso percorrer uma estrada de terra, em boas condições para veículos. Não há transporte público até lá. Essa estrada começa no lado sul da Praia de Maranduba. De Ubatuba, você pode chegar ao bairro de Maranduba pegando o ônibus municipal de Ubatuba, que tem um terminal central na cidade de Ubatuba.
  • Partindo de Lagoa, a trilha começa em um portão no final da estrada que nos trouxe do já mencionado Pórtico. Há uma placa de “Propriedade Privada”. Podemos ignorar a placa e os supostos direitos de propriedade sobre a natureza e contornar o portão pela direita.
  • A trilha começa no portão e está bem sinalizada por outros caminhantes. Nas diversas bifurcações, escolha sempre o caminho da esquerda. Você atravessará sete pequenos riachos. Após uma subida íngreme e uma descida subsequente, você chegará ao meio da Praia do Simão.
  • Na extremidade esquerda da Praia do Simão, ao lado de uma casa abandonada há muito tempo, começa outra subida íngreme que leva à antiga escola de Saco das Bananas. Da escola, uma trilha desce abruptamente até a Praia de Saco das Bananas. Essa trilha é opcional. Continuando pela trilha a Cassandoca, você passará por algumas casas; há uma bifurcação — pegue o caminho da esquerda. Depois de um tempo, há outra subida íngreme por uma área desmatada e, após cerca de duas horas de caminhada (a partir da Praia do Simão), você chegará a Cassandoca.
  • O percurso completo tem oito quilômetros de extensão e requer no mínimo três horas, sem contar as paradas. A dificuldade técnica é baixa, mas a dificuldade física é de média a alta, não sendo recomendada para pessoas sem algum preparo físico. O desnível acumulado é de pouco mais de 700 metros.
  • Leve comida, água (há água em alguns riachos), roupa de banho e protetor solar. Use tênis e calças compridas. Não há sinal de celular em muitos trechos da trilha.

Calor intenso e caminhada de inverno

9 de agosto de 2017 – 7h da manhã, o despertador toca. 7h45, já estamos na estrada esperando o ônibus que nos levará à Praia Dura. 8h45, no supermercado da Praia Dura, Paulão e Mabel chegam, pontualmente. Entramos no Honda deles e, depois de um tempo, seguimos por uma estrada de terra quase até o início da …

Clima, moeda, eletricidade e idioma

  • Ubatuba tem um clima tropical: quente e chuvoso. O mês mais seco é julho, com uma precipitação média de 84 mm. Janeiro recebe 343 mm. A temperatura média no inverno é de 19°C, com uma média máxima de 25°C. É o mês mais ensolarado. Em janeiro, a temperatura máxima pode ultrapassar os 30°C. A temperatura do mar varia de 20°C no inverno a 24°C no verão, tornando-o adequado para banho durante todo o ano. Dados e gráficos do clima de Ubatuba ao longo do ano.
  • A voltagem é de 117V, 60Hz. As tomadas são do tipo N, mas podem ser utilizadas tomadas europeias de dois pinos. Observação: Esta configuração não é válida em todo o Brasil. Outros tipos de tomadas e voltagens de 220V podem ser encontrados em outras cidades. Será necessário verificar a configuração em cada caso. Veja os tipos de tomadas.
  • A moeda é o real brasileiro. Seu código é BRL e seu símbolo é R$. Há muitos caixas eletrônicos e bancos no centro de Ubatuba, quase nenhum nos bairros residenciais e absolutamente nenhum ao longo da trilha. Para câmbio (apenas euros ou dólares americanos), o melhor é ir ao Bar do Leme, no calçadão de Ubatuba, entre os bancos Bradesco e Itaú. Eles oferecem a melhor taxa de câmbio e são totalmente confiáveis ​​e seguros. Conversión actualizada de USD para BRL
  • O idioma falado é o português brasileiro. Como se trata de um destino turístico brasileiro com poucos visitantes estrangeiros, não espere ouvir outros idiomas. Quem fala espanhol, se falar de forma clara e pausada, acabará sendo compreendido. A abordagem menos eficaz é tentar falar português se você não o domina.

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